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Qualidade das águas:Algas encarecem custos do tratamento da água para abastecimento

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Depósito de poluentes nos reservatórios favorece o desenvolvimento de algas e cianobactérias, encarecendo o tratamento da água para consumo. Soluções tecnológicas de monitoramento contribuem para solucionar os problemas de qualidade da água .............................. O Brasil está na 112ª posição no quesito saneamento em um levantamento feito com 200 países, segundo estudo divulgado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, em março de 2014. Segundo a pesquisa, somente 38% de todo o esgoto gerado no Brasil recebe algum tipo de tratamento. Uma das principais consequências do despejo de esgotos nos corpos d’água é a proliferação de algas e cianobactérias. O esgoto in natura é prejudicial à natureza por conter uma grande quantidade de nutrientes, como fósforo e nitrogênio, fertilizantes e alta concentração de matéria orgânica, o que acelera o crescimento de algas nos ambientes aquáticos. Fernando Ant...

DESMATAMENTO: Indonésia ultrapassa Brasil em desmatamento de florestas tropicais

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30/06/2014   -   Autor: Fabiano Ávila   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil   ............................   Apesar de uma moratória estar proibindo o desmatamento desde 2011 em partes da Indonésia, os números da devastação das florestas no país não param de subir. De acordo com um estudo conduzido por Belinda Arunarwati Margono, que trabalhou no Ministério de Florestas da Indonésia por sete anos, apenas em 2012 foram destruídos 8,4 mil quilômetros quadrados, quase o dobro dos 4,6 mil km 2 perdidos na Amazônia brasileira no mesmo período. Além disso, entre 2000 e 2012, a Indonésia desmatou 60 mil km 2 de florestas, o equivalente ao território da Irlanda. Para piorar, destaca o trabalho, a taxa de desmatamento foi aumentando nesses doze anos, ao contrário do nível na Amazônia brasileira, que foi caindo. Entre 2000 e 2005, 310 mil hectares eram destruídos anualmente, já entre 2006 e 2010 foram mais de 690 mil hectares. Para chegar a esses d...

Arqueologia mostra outros modos de explorar a Amazônia

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Professor da USP explica como a pesquisa pode trazer benefícios socioambientais para a região. Por Maria Carolina Gonçalves “Uma vez que as pessoas têm se mostrado incapazes de ocupar a Amazônia de forma sustentável, seria interessante olhar para experiências passadas”. É o que pensa o professor e pesquisador do MAE (Museu de Arqueologia e Etnologia da USP) Eduardo Góes Neves, em referência a usos que predominavam antes da chegada do homem branco ao Brasil. Não que ele acredite na possibilidade de a arqueologia trazer alguma espécie de salvação, mas entende que algumas práticas que pertencem à tradição indígena podem se transformar em novas ideias para o uso sustentável dos recursos amazônicos professor, formado em História pela USP e doutor em Arqueologia pela Universidade     de Indiana, Estados Unidos     , já teve muito contato com a Amazônia. Ele foi consultor     para a implementação do Curso Superior de Tecnologia em Arque...