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Iguarias da floresta

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Os frutos d a pupunha ou pupunheira (Charles Clement) Imensa biodiversidade da Amazônia indica que muitas espécies ainda desconhecidas poderiam ser aproveitadas na alimentação e gastronomia, mas esse potencial vem se perdendo pelo processo contínuo de destruição da floresta.  ......................... Por: Carlos Alberto Dória e Ima Célia Guimarães Vieira .......................... Quan d o as motosserras ferem a ma d eira, muitos ecologistas gritam contra o fim d a mata virgem. Mas a ‘mata virgem’ (floresta ‘primitiva’) não existe, e as evi d ências d isso vêm d e d iversos estu d os sobre ativi d a d es d e antigas populações humanas antes d o surgimento d a agricultura, publica d os justamente no momento em que gourman d s d o mun d o inteiro d irigem olhos cobiçosos para pro d utos d a floresta. Um d eles, o chef espanhol Ferran A d rià, aponta d o com o um d os melhores d o mun d o, já d isse acre d itar que o futuro d a gastronomia está na China e...

Praias de Mosqueiro serão cenárioda primeira prova da Corrida do Sol

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Competição de corrida de rua será realizada no dia 28 de junho. As inscrições estão abertas e podem ser feitas somente pela internet  Por GloboEsporte.com   Belém Um dos cenários da Corrida do Sol será a praia do Chapéu Virado, em Mosqueiro (Foto: Ary Souza/O Liberal)                 No dia 28 de junho será realizada pela primeira vez a Corrida do Sol, no distrito de Mosqueiro. A mais nova competição de corrida de rua paraense terá 10 km, com um percurso que inclui o belo visual a orla mosqueirense, passando pelas praias do Chapéu Virado, Farol, Ariramba, Murubira e Porto Artur. As inscrições já estão abertas e o número de vagas e limitado. As inscrições para a prova serão feitas pela internet. A 1ª Corrida do Sol será dividida em duas categorias: masculina e feminina. Seguindo determinação da Confederação Brasileira de Atletismo, a idade mínima para participar é 16 anos, sendo que os menores de idade dev...

Marajó, a biodiversidade perdida

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Rio Canaticu, biodiversidade ameaçada Leia a primeira da série de reportagens produzidas pelo jornalista Dal Marcondes, em visita à cidade de Curralinho, no arquipélago do Marajó. A situação de perda de biodiversidade é muito preocupante! No entanto nem tudo é desgraça nesse sertão. Por Dal Marcondes, especial de Curralinho (Marajó)  ----------------------------------------- Vinte anos atrás, a região do rio Canaticu, município de Curralinho, no Marajó, era um lugar de “muito peixe e muita caça”, como contam os moradores mais antigos. Hoje a situação “é triste”, não tem peixe no rio, o camarão está quase acabando e não se encontra mais animais nas matas. Foram duas décadas de pesca predatória e caça de tudo o que se mexia nas matas. “Dias atrás um cara matou 18 tatus, todos os que existiam aqui”, denuncia Raimundo Ferreira, de 77 anos, que fala de um tempo em que tinha de tudo na região, jabuti, jacaré, veados, caça farta. Vicente de Paula Ferreira de O...