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Tecnologia na criação de camarão de água doce gera índices de produtividade elevados

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A aquicultura produz alimentos de considerável valor econômico, o que a torna uma atividade interessante para o produtor, além do elevado valor proteico , beneficiando o consumidor. Nesse contexto, uma das categorias cuja exploração vem despertando grande interesse, é a do camarão . A produção mundial de camarões atinge 2.200.000 toneladas anuais, ressaltando-se que, atualmente, 50% dos camarões consumidos são oriundos da carcinicultura , contra apenas 6% na década passada, sendo que os cultivados em água doce contribuem com cerca de 5% de toda cultura. Embora os camarões sejam considerados produtos de luxo, devido aos preços elevados, seu cultivo pode contribuir significativamente para a melhoria da qualidade de vida das populações de baixa renda, por meio da geração de empregos. A criação de camarões de água doce é relativamente mais simples que a de camarões marinhos , podendo ser realizada em propriedades de pequeno, médio ou grande porte, localizadas próximo ao litor...

A NAVE ESPACIAL TERRA

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por Mani Álvarez - mani@clasi.org.br Alguns cientistas têm-se manifestado de forma contundente sobre o perigo de mantermos uma cultura econômica e tecnologicamente insustentável. Uma dessas figuras de renome é o prof. Ervin Laszlo, fundador e presidente do Clube de Budapeste, que fez declarações muito importantes em seu livro "Macrotransição". Depois de fazer extensiva análise da situação, chegou à conclusão de que a crise global que vivemos atualmente tem suas raízes numa “crise de consciência”. Ele reconhece que a consciência humana não brota num vácuo – ela é produzida pela cultura. Basta um rápido olhar para sentir a insanidade de nossa cultura no planeta: um crescimento populacional descontrolado, uma tecnologia indiferente ao impacto que causa ao meio ambiente, um estímulo desvairado ao consumismo, meios de comunicação inconseqüentes e, no centro de tudo isso, pessoas hipnotizadas, robotizadas, alienadas, vivendo num estado de consciência pré-humano. O grand...

A estranha origem de nossa comida exótica

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Conta-nos uma lenda - chamada da primeira água - que Jacy (Lua) e Iassytatassú (Estrela d'Alva), combinaram um dia visitar Ibiapité (Centro da Terra). Em u'a madrugada deixaram Ibacapuranga (Céu Bonito) e desceram para a terra. Descansaram no enorme disco da Iupê-jaçanã (Vitória-Régia) e se puseram a caminho para o centro da terra. Quando as duas se preparavam para descer o Ibibira (abismo), Caninana Tyba mordeu a alva face de Jacy que, sentindo a dor, derramou copiosas lágrimas amargas sobre uma extensa plantação de mandioca. Depois disso, a face de Jacy nunca mais foi a mesma pois as mordidas da caninana, marcaram-na para sempre. Das lágrimas de Jacy surgiu o tycupy (tucupi). O tucupi é ácido cianidrico. Todavia, as nossas avoengas descobriram que poderiam vencer esse veneno deixando-o exposto ao sol por três ou quatro dias ou, então, depois de "descansado" (tempo em que a tapioca sedimenta-se no fundo do vasilhame), é fervido, ficando o tucupi pronto pa...

AÇAÍ: fruto que alimenta, cura e inspira!

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A exposição “Um olhar Naïf sobre o açaí”, do artista Luis dos Anjos segue em cartaz até o dia 30 de maio, na Galeria César Leite, na Universidade Federal do Pará (UFPA), em Belém . Com curadoria da professora doutora Lígia Simonian, do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA), a exposição traz algumas séries de telas que interpretam elementos da cultura do açaí, um dos frutos mais consumidos no Pará. Segundo a professora Lígia Simonian, curadora da exposição, Luiz dos Anjos faz um trabalho que apresenta elementos rurais e urbanos do que se pode de denominar de cultura do açaí. “No meio rural, os destaques são para a coleta, o empacotamento em cestos, o transporte, o beneficiamento artesanal, a gastronomia e o consumo. Mas, também, a dança do carimbó do açaí em barracão; no meio urbano, a compra e venda do produto na Feira do Açaí, o consumo no porto do Ver-o-Peso, a venda de doses de açaí nos festivais, na rua etc.”, explica.  Natural de Santarém, oe...