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A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) está criando um pólo de produção de banana no caminho das praias de Mosqueiro, ilha turística de Belém, capital do Pará, para abastecer o mercado dos transeuntes e a despensa dos próprios agricultores da comunidade Mari-Mari II, no km 27 da Rodovia Engenheiro Augusto Meira Filho. Na comunidade vivem 84 famílias que trabalham quase que apenas com o plantio de mandioca, feijão e açaí. Esta semana, em parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o escritório local da Emater, em Belém, enraizou 540 rizomas de banana das variedades "prata" e "caipira" em um berçário de 20m de largura por 8m de altura, coberto por uma tela. ______ 2 8/08/2019 11h51 - Atualizada em 28/08/2019 15h35 Por Aline Miranda (EMATER) https://agenciapara.com.br/noticia/14603/

Maré ultrapassa muro e inunda avenida de Mosqueiro

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A maré ultrapassou a altura do muro da orla do Marahú, em Mosqueiro. A população já sabia que o nível das águas seria alto, mas ninguém esperava o resultado. A avenida Beira-Mar ficou com trechos alagados, isolando alguns moradores. O tráfego de veículos também foi alterado, já que as lagoas formadas no leito da pista ficaram profundas. O paisagismo recém implantado foi destruído. O comerciante Fabrício Lima registrou a situação em que a via ficou. Ele mora na Beira-Mar, mas num trecho que não ficou alagado. Destaca que há um risco para motociclistas: alguns estão indo pela praia ou por cima do muro para escapar dos trechos inundados. E adianta que há uma certa preocupação, entre moradores locais, por níveis de maré ainda mais elevados até quinta-feira (21). "Geralmente, as marés de Mosqueiro são 4,3 metros ou 4,5. Entre 8h e 8h45 desta segunda-feira, a maré chegou no nível mais alto e foi quando a água ultrapassou o muro. Deve ter sido, aproximadamente, uns cinco metros....

As tartarugas marinhas usam o campo magnético da Terra como um GPS para encontrar seu local de nascimento

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Embora eles possam não ter visto ou sido ao seu local de nidificação há décadas, tartarugas cabeçudas (Caretta caretta ) sabem como voltar para casa com uma precisão impressionante que rivaliza com o GPS artificial. Agora, um novo estudo descobriu exatamente como as tartarugas gerem esse feito: elas usam o campo magnético da Terra para navegar por quilômetros e quilômetros. Durante anos, as madeireiras nadaram em loops de seus locais de nidificação na Carolina do Norte e na Flórida até o norte da África. Apesar das vastas distâncias que cobrem, as tartarugas sempre conseguem encontrar o caminho de volta para casa, retornando às praias de seus ninhos em cerca de 40 a 80 quilômetros de onde nasceram originalmente. “Tartarugas marinhas são criaturas fascinantes que começam suas vidas migrando sozinhas através do Oceano Atlântico e de volta”, diz Kenneth Lohmann, professor de biologia na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill.   “Eventualmente, eles voltam a se an...

Projeto pretende identificar plantas da Amazônia a partir de informação no DNA

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Essa é proposta do projeto “The DNA-mark”, uma iniciativa do Centro de Biodiversidade Naturais da Holanda, em parceria com o Inpa Coletar informação molecular (código genético no DNA) sobre as espécies de árvores conhecidas hoje na Amazônia e produzir um banco de dados que permita entender melhor as espécies. Isso significa melhor definir, descrever e criar ferramentas para o conhecimento dessas espécies. Essa é proposta do projeto “The DNA-mark”, uma iniciativa do Centro de Biodiversidade Naturais da Holanda, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/ MCTIC) e outras instituições com coleções da flora Amazônica, da Colômbia, Europa e Estados Unidos. O objetivo é obter informação genômica de amostras de todas as espécies de árvores que ocorrem na Amazônia presentes em museus e herbários ao redor do mundo. “O acúmulo de dados moleculares ao longo do tempo irá exigir um refinamento contínuo, porque a flora é, todavia, ainda incompletamente conhecid...

Mês de março continuará tendo chuvas acima da média, informa a Rede de Previsão Climática

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  Foto: Ingo Müller O padrão para o mês de março indica situação favorável à ocorrência de chuvas acima do normal em grande parte do Pará, em especial na região metropolitana de Belém, leste do Arquipélago do Marajó e parte do sudoeste. O boletim com o prognóstico de chuvas para o mês de março no Pará foi elaborado pela Rede de Previsão Climática e Hidrometeorológica do Pará (RPCH), coordenada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), e pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). s meteorologistas destacam que março ainda está entre os meses mais chuvosos, e neste ano, em especial, há uma configuração favorável ao fenômeno La Niña - resfriamento das águas superficiais da região equatorial do Oceano Pacífico. Quando esse fenômeno ocorre, geralmente contribui para a elevação dos totais mensais de chuva no Pará, porque intensifica a atuação dos sistemas de precipitação pluviométrica na região, como a Zona de Convergência Inte...