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Bares que vendem ar: na Índia, pagar para respirar já é uma realidade

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Em um dia especialmente poluído, com níveis de poluição 60 vezes acima do limite, ministro da Saúde recomendou consumo de cenoura PME: no Oxy Pure, que se autodenomina “bar de oxigênio”, os clientes prendem tubos no nariz e inalam aromas de lavanda, capim-limão ou hortelã (Smita Sharma/The New York Times) _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ Nova Déli – Em uma sexta-feira recente, com a poluição do ar chegando a níveis perigosos em toda a Índia e piorando a já terrível crise de saúde pública, uma multidão entrou em uma pequena loja em Nova Déli em busca de uma nova solução: 15 minutos de oxigênio limpo. No Oxy Pure, que se autodenomina “bar de oxigênio”, os clientes prendem tubos no nariz e inalam aromas de lavanda, capim-limão ou hortelã. Na ausência de outras opções, Lisa Dwivedi, uma ucraniana que vive na cidade, disse que foi ao bar porque não aguentava mais coceira nos olhos, coriza e garganta irritada. “Não sei se é psicológico, mas me sinto bem ao saber que estou inalando oxigêni...

Fumaça de queimadas amazônicas derrete geleiras dos Andes

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A fumaça proveniente da queima da Floresta Amazônica no Brasil, na Bolívia e no Peru pode intensificar o derretimento das geleiras dos Andes, aumentando o problema de escassez de água que está despontando na região, alertam pesquisadores brasileiros em artigo publicado na revista “ Scientific Reports ”. É do derretimento dessas geleiras, situadas nos trópicos, que depende o fornecimento de água para milhões de pessoas. Newton de Magalhães Neto, doutor em geociências pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e pesquisador no Laboratório de Geoprocessamento do Instituto de Geografia Física da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e seus colegas fizeram modelos dos possíveis efeito da queima de biomassa na Bacia Amazônica na geleira boliviana Zongo, usando dados coletados entre 2000 e 2016 sobre eventos de incêndio, movimento de plumas de fumaça, precipitação e derretimento de geleiras. Eles descobriram que os aerossóis da queima de biomassa, como o carbono negro...

Operação de combate ao desmatamento apreende mais uma carga de madeira ilegal

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Trator, motosserra e quase 78 metros cúbicos de madeira foram aprendidos no último sábado (23), durante mais uma etapa da Operação “Pé ybyrá” (em Tupi, caminho/estrada da madeira), referência ao local de ação das equipes, que estão concentradas ao longo da Rodovia BR-163 (Santarém-Cuiabá), em trechos dos municípios de Novo Progresso, Altamira e Itaituba. “A madeira estava em um pátio e, provavelmente, seria encaminhada ao distrito de Castelo dos Sonhos (município de Altamira). Agora, a carga e os materiais apreendidos vão ficar em posse do Estado”, informou o fiscal Marco Aurélio Xavier. A operação foi iniciada na semana passada, e até agora as equipes da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e do Comando de Polícia Ambiental (CPA), da Polícia Militar, já apreenderam uma pistola 380, uma espingarda, um radiocomunicador, dois tratores esteira e seis motosserras. Com a carga de apreendida no sábado, o total de madeira ilegal já encontrado sobe par...

Medicina popular na comunidade do Caruaru, Mosqueiro

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Oriza Valorizando os trabalhos científicos tendo como palco a Ilha de Mosqueiro, Belém (Belém-PA) apresentamos como   indicação de leitura o artigo Química e etnofarmacologia de plantas místicas em uma comunidade amazônica   de autoria de Lanalice Rodrigues Ferreira ; Ana Cláudia Tavares-Martins publicado em fevereiro de 20117 na Revista Eletrônica Fitos da Fiocruz, periódico científico interdisciplinar, em acesso aberto, sem custos para autores e de difusão gratuita, com periodicidade trimestral, editado pelo  Centro de Inovação em Biodiversidade e Saúde  (CIBS) do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos), da Fundação Oswaldo Cruz RESUMO “A relação homem-planta é cientificamente denominada de etnobotânica, na qual pesquisas que abordam as práticas medicinais envolvem, principalmente, a botânica, a química e a farmacologia. Assim, realizou-se um levantamento de plantas místicas utilizadas na Comunidade Caruaru (Ilha de Mosqueiro, Belém – ...
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A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater) está criando um pólo de produção de banana no caminho das praias de Mosqueiro, ilha turística de Belém, capital do Pará, para abastecer o mercado dos transeuntes e a despensa dos próprios agricultores da comunidade Mari-Mari II, no km 27 da Rodovia Engenheiro Augusto Meira Filho. Na comunidade vivem 84 famílias que trabalham quase que apenas com o plantio de mandioca, feijão e açaí. Esta semana, em parceria com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), o escritório local da Emater, em Belém, enraizou 540 rizomas de banana das variedades "prata" e "caipira" em um berçário de 20m de largura por 8m de altura, coberto por uma tela. ______ 2 8/08/2019 11h51 - Atualizada em 28/08/2019 15h35 Por Aline Miranda (EMATER) https://agenciapara.com.br/noticia/14603/

Maré ultrapassa muro e inunda avenida de Mosqueiro

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A maré ultrapassou a altura do muro da orla do Marahú, em Mosqueiro. A população já sabia que o nível das águas seria alto, mas ninguém esperava o resultado. A avenida Beira-Mar ficou com trechos alagados, isolando alguns moradores. O tráfego de veículos também foi alterado, já que as lagoas formadas no leito da pista ficaram profundas. O paisagismo recém implantado foi destruído. O comerciante Fabrício Lima registrou a situação em que a via ficou. Ele mora na Beira-Mar, mas num trecho que não ficou alagado. Destaca que há um risco para motociclistas: alguns estão indo pela praia ou por cima do muro para escapar dos trechos inundados. E adianta que há uma certa preocupação, entre moradores locais, por níveis de maré ainda mais elevados até quinta-feira (21). "Geralmente, as marés de Mosqueiro são 4,3 metros ou 4,5. Entre 8h e 8h45 desta segunda-feira, a maré chegou no nível mais alto e foi quando a água ultrapassou o muro. Deve ter sido, aproximadamente, uns cinco metros....

As tartarugas marinhas usam o campo magnético da Terra como um GPS para encontrar seu local de nascimento

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Embora eles possam não ter visto ou sido ao seu local de nidificação há décadas, tartarugas cabeçudas (Caretta caretta ) sabem como voltar para casa com uma precisão impressionante que rivaliza com o GPS artificial. Agora, um novo estudo descobriu exatamente como as tartarugas gerem esse feito: elas usam o campo magnético da Terra para navegar por quilômetros e quilômetros. Durante anos, as madeireiras nadaram em loops de seus locais de nidificação na Carolina do Norte e na Flórida até o norte da África. Apesar das vastas distâncias que cobrem, as tartarugas sempre conseguem encontrar o caminho de volta para casa, retornando às praias de seus ninhos em cerca de 40 a 80 quilômetros de onde nasceram originalmente. “Tartarugas marinhas são criaturas fascinantes que começam suas vidas migrando sozinhas através do Oceano Atlântico e de volta”, diz Kenneth Lohmann, professor de biologia na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill.   “Eventualmente, eles voltam a se an...

Projeto pretende identificar plantas da Amazônia a partir de informação no DNA

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Essa é proposta do projeto “The DNA-mark”, uma iniciativa do Centro de Biodiversidade Naturais da Holanda, em parceria com o Inpa Coletar informação molecular (código genético no DNA) sobre as espécies de árvores conhecidas hoje na Amazônia e produzir um banco de dados que permita entender melhor as espécies. Isso significa melhor definir, descrever e criar ferramentas para o conhecimento dessas espécies. Essa é proposta do projeto “The DNA-mark”, uma iniciativa do Centro de Biodiversidade Naturais da Holanda, em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/ MCTIC) e outras instituições com coleções da flora Amazônica, da Colômbia, Europa e Estados Unidos. O objetivo é obter informação genômica de amostras de todas as espécies de árvores que ocorrem na Amazônia presentes em museus e herbários ao redor do mundo. “O acúmulo de dados moleculares ao longo do tempo irá exigir um refinamento contínuo, porque a flora é, todavia, ainda incompletamente conhecid...